Brigas? Por favor NÃO!! Discussão consciente, Ok!

Olá pessoas!! Tudo bem com vocês?

Hoje o papo é (mais) sério, mas acredito que são coisas importantes para nós vivermos bem. Pra mim a beleza externa também é um reflexo de como estamos por dentro, não só maquiagem ou tratamentos de beleza. E as nossas relações sociais: amigos, família, trabalho, etc. influem 100%.

Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial o argumento, ou discussão é algo que se feita com consciência  pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).

Eu acredito que o diálogo é sempre bom, pois se quando está tudo bem falamos a torto e a direito com a pessoa porque quando temos pontos divergentes ou algo aconteceu que não foi legal, a maioria de nós queremos distância? Realmente faz parte da reflexão esse afastamento, mas não pode durar muito, isso cria mágoas rancor e não é bom pra ninguém. Temos que conversar para acertar as coisas, somos seres humanos e dependendo da criação que temos, cada um tem uma forma de pensar e agir, mesmo aqueles que tiveram criações “parecidas”, por isso, ninguém é igual, e isso não pode ser impedimento de se ter um bom relacionamento com a pessoa, precisamos aceitar os limites de cada um.

Recebi por e-mail de uma amiga uma lista com 10 dicas da terapeuta de relacionamento Dra. Sheri Jacobson, que saiu no Mail Online, estou colocando ele na íntegra, e essa lista eu acrescento mais um item, que a meu ver é o primeiro: Deus. Não sei de que religião você que está me lendo é, mas sei que em um ponto vamos concordar, sempre é importante incluí-lo em nossas vidas e relações sociais.

Espero que gostem.🙂

1 – Meça suas emoções

Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.

Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.

Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).

Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.

2 – Tome fôlego

Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.

3 – Verifique se as coisas são realmente tão ruins quanto você pensa

Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.

4 – Lembre-se da sua meta

Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.

5 – Atenção à linguagem

Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.

No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.

6 – Seja suave

É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.

Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.

7 – Ouça

Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.

Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.

8 – Seja positivo

Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.

Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.

Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.

9 – Pense no futuro

Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.

10 – Há força na fraqueza

Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas).

Espero que tenham gostado, e sei que ele está um pouco comprido, mas vale a leitura.🙂

Beijos!

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